A defesa do ex-presidente Jair
Bolsonaro (PL) pediu nesta terça-feira (6) sua transferência para um
hospital para a realização de exames clínicos e de imagem, após uma
queda sofrida na cela onde está custodiado.
Pela manhã, a ex-primeira-dama
Michelle Bolsonaro informou nas redes sociais que Bolsonaro caiu e bateu
a cabeça em um móvel. Segundo ela, o atendimento só ocorreu quando
chegou para visitá-lo, por volta das 9h.
Peritos da Polícia Federal avaliaram o
ex-presidente e apontaram ferimentos leves, sem necessidade de
internação, recomendando apenas observação. Já o médico particular de
Bolsonaro diagnosticou “traumatismo craniano leve” e solicitou a remoção
imediata ao hospital, citando risco à saúde diante do histórico clínico
recente.
No
pedido, a defesa afirma que a queda gerou “impacto craniano e suspeita
de traumatismo”, o que exige exames urgentes para evitar agravamento do
quadro. A decisão sobre a transferência caberá ao ministro Alexandre de
Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Michelle Bolsonaro informou
que já está no hospital aguardando o marido.
Durante reunião do Conselho Permanente
da OEA nesta terça-feira (6), o embaixador do Brasil, Benoni Belli,
classificou a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro como um
“sequestro” e criticou duramente a ação militar dos Estados Unidos na
Venezuela.
Segundo Belli, os bombardeios em
território venezuelano e a retirada do presidente do país “ultrapassam
uma linha inaceitável”, representam uma grave afronta à soberania
nacional e criam um precedente perigoso para a comunidade internacional.
O diplomata afirmou que o episódio viola a proibição do uso da força, a
Carta da ONU e compromissos hemisféricos, além de remeter a períodos de
forte interferência externa na América Latina e no Caribe.
O embaixador destacou a importância
do direito internacional e das instituições multilaterais para garantir a
autodeterminação dos povos e afirmou que a perda desses princípios
compromete a independência e a dignidade dos países da região.
Ao
concluir, Belli disse que o Brasil defende uma solução política
conduzida pelos próprios venezuelanos, sem ingerência externa. A reunião
extraordinária da OEA foi convocada para analisar os desdobramentos
recentes da crise na Venezuela.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF),
negou nesta terça-feira (6) o pedido de transferência imediata do
ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para um hospital, após a queda que ele
relatou ter sofrido na Superintendência da Polícia Federal, em
Brasília.
Na decisão, Moraes afirmou não haver necessidade de remoção urgente e
determinou que a defesa apresente ao STF o laudo médico elaborado pela
Polícia Federal, além de indicar quais exames considera necessários e se
eles podem ser realizados na própria PF.
Mais cedo, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou nas redes
sociais que o ex-presidente caiu e bateu a cabeça em um móvel da cela. A
Polícia Federal afirmou que Bolsonaro recebeu atendimento médico logo
após relatar o ocorrido e que foram constatados apenas ferimentos leves,
com recomendação de observação, sem necessidade de encaminhamento
hospitalar.
O médico Cláudio Birolini, responsável pelo acompanhamento de
Bolsonaro, afirmou à CNN Brasil que o ex-presidente sofreu um
traumatismo craniano leve.
A captura de Nicolás Maduro pelos
Estados Unidos provocou uma reação incomum dentro do Partido dos
Trabalhadores. Setores historicamente críticos aos militares passaram a
defender o fortalecimento das Forças Armadas, com discussões que chegam a
incluir a capacidade nuclear e bombas atômicas.
Nos bastidores do partido, a
avaliação é que o Brasil perdeu protagonismo regional e foi ignorado
pelo governo Donald Trump, o que reforçaria a necessidade de uma postura
de defesa mais robusta.
Uma das alternativas citadas é a
ampliação do plano aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, que prevê R$ 30 bilhões em investimentos nas
Forças Armadas ao longo de seis anos. O mecanismo autoriza gastos de até
R$ 5 bilhões por ano fora da meta fiscal.
O debate avançou para temas
sensíveis. Setores mais à esquerda passaram a questionar a adesão do
Brasil ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, firmado em
1998, sob o argumento de que a renúncia à capacidade nuclear teria
enfraquecido a soberania nacional.
Outros integrantes do partido
defendem cautela. Eles reconhecem a necessidade de ajustes na política
de defesa, mas lembram o histórico de tensão entre governos de esquerda e
militares, além da desconfiança ampliada após os atos de 8 de janeiro.
Para
esse grupo, qualquer ampliação de investimentos deve estar vinculada a
medidas de despolitização das Forças Armadas, como a proposta que obriga
militares a irem para a reserva antes de disputar eleições. O tema
segue parado no Congresso, sem previsão de avanço em 2026.
Maduro passou por audiência de instrução em Nova York, após ser capturado durante operação dos EUA nesse sábado (3/1)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, se declarou inocente durante audiência de instrução em um tribunal de Manhattan, coração de Nova York, nesta segunda-feira (5/1).
“Não sou culpado. Sou inocente de tudo o que foi mencionado aqui”, disse Maduro ao juiz.
Ele também disse que é um homem decente e ressaltou que é um “presidente sequestrado”.
Cilia Flores, esposa de Maduro, acompanhou o marido e também se declarou “completamente inocente”.
Ainda durante a audiência, o juiz Alvin K. Hellerstein comunicou ao
chavista e à esposa que ambos têm o direito de solicitar contato com o
consulado da Venezuela.
O presidente venezuelano, então, afirmou compreender a prerrogativa e
manifestou interesse em receber a visita consular. A esposa, Flores,
também declarou entender o direito e solicitou que o encontro fosse
realizado.
A defesa de Cilia Flores informou ao juiz que ela não pretende solicitar liberdade sob fiança atualmente.
Confira vídeo:
Os advogados de ambos os réus afirmaram que o pedido poderá ser
apresentado posteriormente. Em linha semelhante, o advogado de Nicolás
Maduro declarou em audiência que o venezuelano também não busca a
liberdade provisória agora.
Hellerstein disse acreditar que havia base legal para manter os réus
sob custódia. Um promotor afirmou que o Ministério Público irá trabalhar
em conjunto com os advogados de defesa e agentes federais para resolver
a situação.
Questionado se estava conseguindo acompanhar os procedimentos, Maduro
respondeu, por meio de um tradutor, que havia entendido e que tomava
notas. Em outro momento, pediu que suas anotações fossem respeitadas e
que lhe fosse permitido mantê-las.
A defesa informou ao juiz que Cilia Flores pode ter sofrido uma
fratura ou um hematoma grave nas costelas e que necessita de avaliação
médica. Segundo o advogado Mark Donnelly, os ferimentos teriam sido
causados durante o que classificou como o sequestro de Flores,
ressaltando que, “como é possível ver”, ela apresenta lesões graves.
Já o advogado norte-americano, que representa Maduro, Barry Pollack
afirmou que Nicolás Maduro enfrenta “alguns problemas de saúde e
médicos” que exigirão atenção. Ele acrescentou que também há
questionamentos jurídicos sobre a legalidade do que descreveu como um
sequestro militar.
Pollack disse ainda que a defesa prevê a apresentação de “uma
quantidade substancial de moções” ao longo do processo, sustentando que
Maduro é chefe de um Estado soberano e, por isso, teria direito aos
privilégios e à imunidade inerentes ao cargo.
Captura
Os Estados Unidos atacaram, no último sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
O mandatário norte-americano, Donald Trump, confirmou a captura do presidente Nicolás Maduro e da esposa dele, Cilia Flores.
Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso
porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los
Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização
terrorista internacional.
Detido em Nova York
Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram capturados e levados
para fora do país por forças dos Estados Unidos, segundo confirmou o
presidente norte-americano, Donald Trump.
Ele está detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em
Nova York, conhecido como “a prisão dos famosos”, onde permanecerá
enquanto aguarda julgamento por narcoterrorismo e tráfico internacional
de drogas.
O governo da Suíça anunciou nesta
segunda-feira (5) o congelamento imediato de todos os bens no país
ligados a Nicolás Maduro, o ditador da Venezuela que está preso pelos
Estados Unidos. A medida vale por quatro anos e mira impedir a fuga de
capitais.
Segundo o comunicado suíço, pessoas
ligadas a Maduro também terão seus bens bloqueados, mas atuais membros
do governo venezuelano ficam de fora. O objetivo, segundo o país
europeu, é garantir que ativos adquiridos de forma ilícita não sejam
transferidos para fora da Suíça.
A decisão se soma às sanções que o
país aplica à Venezuela desde 2018. O governo suíço deixou claro que
pouco importa se Maduro caiu do poder de forma legal ou irregular: o que
interessa é que agora há caminho para processos judiciais contra ativos
comprados de forma ilegal.
O recado é direto: quem se envolve
com dinheiro sujo, não importa a posição política, pode perder tudo. A
Suíça mostra que está de olho e pronta para impedir que ditadores
continuem movimentando bilhões por aí.
O papa Leão XIV afirmou neste domingo
(4) que a Venezuela deve permanecer um país independente e disse
acompanhar com “muita preocupação” os desdobramentos após a deposição de
Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.
Durante a oração na Praça de São
Pedro, o pontífice pediu respeito aos direitos humanos, ao Estado de
Direito e à Constituição venezuelana. “Não devemos demorar para superar a
violência e trilhar os caminhos da justiça e da paz, garantindo a
soberania do país”, declarou.
Leão XIV também ressaltou que “o bem
do amado povo venezuelano deve prevalecer sobre qualquer outra
consideração”. No sábado (3), o presidente dos EUA, Donald Trump,
afirmou que os Estados Unidos assumiriam o controle da Venezuela após a
captura de Maduro, que está detido em Nova York.
Depois que o governo americano divulgou uma foto do ditador
venezuelano, Nicolás Maduro, sendo transportado rumo aos EUA, neste
sábado (3), um curioso detalhe chamou a atenção nas redes sociais: o
ditador trajava um conjunto Nike Tech Fleece avaliado em R$ 1.500.
Vale ressaltar que o salário mínimo na Venezuela equivale atualmente a 130 bolívares, ou cerca de R$ 3.
O valor está congelado desde março de 2022.
Visual “capitalista”?
Muitos apontaram a contradição do visual ”capitalista” em relação aos
ideais e às políticas de Maduro, enquanto outros levantaram a hipótese
de que a roupa “poderia ter sido fornecida pelos militares após a
captura”.
As
dúvidas, no entanto, não apagam a ironia que é ver Maduro algemado,
ostentando peças da gigante do sportswear sediada nos EUA.
O ditador venezuelano Nicolás Maduro
deve comparecer nesta segunda-feira (5), às 14h (horário de Brasília), a
um tribunal federal em Nova York.
A audiência será conduzida pelo juiz distrital Alvin Hellerstein, do Tribunal do Distrito Sul de Nova York.
No sábado (3), o Departamento de
Justiça dos Estados Unidos apresentou uma nova acusação contra Maduro,
que integra um processo criminal por tráfico de drogas em andamento há
cerca de 15 anos.
Segundo os promotores, o líder
venezuelano e seus aliados teriam transformado instituições do Estado em
um sistema de corrupção financiado pelo narcotráfico.
Responsável
pelo caso há mais de uma década, Hellerstein, de 92 anos, é um
magistrado experiente e indicado ao cargo pelo ex-presidente Bill
Clinton.
Seis partidas encerraram a 20ª rodada da Premier League neste domingo (4/1). Confira os resultados das seis partidas
No andamento da Premier League, seis partidas da 20ª rodada aconteceram neste domingo (4/1). Com o empate entre Manchester City e Chelsea, o Arsenal permanece com seis pontos de diferença na liderança do certame. No duelo diante do Fulham, o Liverpool tropeçou fora de casa. Já o Manchester United perdeu a posição para os Blues. Confira.
Em Londres, o Leeds recebeu os Diabos Vermelhos no Elland Road.
Aaronson abriu o placar aos 17 minutos do segundo tempo. Instantes
depois, Matheus Cunha deixou tudo igual para o Manchester United. Com o 1
x 1, o esquadrão vermelho caiu para a 6ª colocação.
Também na capital inglesa, Fulham e Liverpool fizeram um jogo de muitos gols.
Wilson abriu o placar par aos donos da casa e Wirtz empatou. Nos
acréscimos, Gakpo virou para os Reds, mas Reed, aos 52, deixou tudo
igual: 2 x 2. Com o resultado, o Liverpool está em 4º, com 34 pontos.
Em Manchester, os Citizens receberam o Chelsea e o confronto terminou empatado em 1 x 1.
Reijnders abriu o placar para os donos da casa no primeiro tempo.
Porém, nos acréscimos, Enzo Fernández deixou tudo igual para os Blues. O
City segue em na vice-liderança, com 42. Já o Chelsea voltou para a 5ª
colocação, com 31.
Jornal dos EUA aponta 80 mortos após bombardeios. Governo venezuelano diz que número pode aumentar ainda mais
O número de mortos durante os ataques dos Estados Unidos à Venezuela,
na madrugada desse sábado (3/1), dobrou em 24h e chegou a 80, segundo
apuração do jornal norte-americano The New York Times. A contagem
anterior, divulgada pelo próprio veículo, apontava 40 vítimas entre
militares e civis após os bombardeios.
De
acordo com o NYT, o dado atualizado foi repassado neste por um alto
funcionário venezuelano, sob condição de anonimato. A fonte afirmou,
ainda, que o total de mortos pode aumentar nas próximas horas à medida
que novas informações forem confirmadas.
Em entrevista ao jornal New York Post, Donald Trump,
presidente dos EUA, chegou a afirmar que “muitos cubanos morreram”
durante a operação, sem informar números. “Cuba sempre foi muito
dependente da Venezuela. Era de lá que vinha seu dinheiro, e eles
protegiam a Venezuela, mas isso não funcionou muito bem neste caso”,
disse.
Segundo ele, nenhum militar norte-americano morreu na ação.
Mais cedo, o ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino,
afirmou que grande parte da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro
foi morta nos ataques. Em pronunciamento transmitido pela televisão
estatal, Padrino não informou o número exato de vítimas, mas classificou
a operação como um “sequestro covarde”.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, chegaram a Nova York na noite desse
sábado, após serem capturados em território venezuelano. O casal
desembarcou no Aeroporto Internacional Stewart, onde o presidente
venezuelano deve permanecer sob custódia das autoridades
norte-americanas.
A
vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, assumiu o controle do
país após a queda de Nicolás Maduro, que foi preso e levado aos EUA
Em meio às incertezas sobre o futuro da Venezuela, Donald Trump ameaçou a atual comandante do país, Delcy Rodríguez, e afirmou que a vice de Nicolás Maduro
poderá pagar um “preço alto” se não colaborar com os planos dos Estados
Unidos. A declaração do líder norte-americano aconteceu neste domingo
(4/1), durante entrevista ao jornal The Atlantic.
“Se ela não fizer o que é certo, pagará um preço muito alto, provavelmente maior do que Maduro”, declarou o presidente dos EUA.
No sábado (3/1), o líder republicano sinalizou que as forças dos EUA estacionadas na América Latina e Caribe estão prontas para uma possível segunda onda de ataques contra a Venezuela, “caso seja necessário”.
Os planos norte-americanos para a Venezuela ainda não são claros. Trump, porém, já afirmou que os EUA vão governar o país latino-americano durante um período de transição. Ele também afirmou que Washington irá intervir ativamente no setor petrolífero venezuelano.
Logo após a captura de Maduro, que será julgado pela Justiça
norte-americana por crimes ligados ao tráfico internacional — acusações
cujas provas ainda não foram divulgadas —, Trump comentou sobre Delcy
Rodríguez. Segundo o presidente dos EUA, a vice de Maduro se mostrou
disposta a colaborar com os planos de Washington para a Venezuela.
A declaração de Trump, contudo, contrastou com o posicionamento de Rodríguez durante pronunciamentos oficiais.
Em uma reunião do Conselho de Defesa da Venezuela horas após o ataque dos EUA, a vice-presidente afirmou que o país está pronto para defender a soberania nacional, assim como “recursos nacionais e energéticos”. Horas depois, ela foi empossada como a líder interina do país pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).
Delcy
Rodríguez, a vice-presidente da Venezuela, assumiu o comando do país
após Nicolás Maduro ser capturado pelos Estados Unidos
As Forças Armadas da Venezuela anunciaram apoio a Delcy Rodríguez, vice de Nicolás Maduro
que assumiu a Ppresidência do país após o líder chavista ser capturado
pelos Estados Unidos. O posicionamento foi divulgado neste domingo
(4/1), em nota assinada pelo ministro da Defesa, Vladímir Padrino López.
Depois do ataque contra o território venezuelano, que resultou na queda de Maduro, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) determinou que Rodríguez assumisse, de forma interina, o comando do país.
“Nesse mesmo sentido, o Governo Bolivariano garantirá a governabilidade
do país, e nossas instituições continuarão a empregar todos os seus
recursos disponíveis para a defesa militar, a manutenção da ordem
interna e a preservação da paz”, disse um trecho da nota divulgada pelo
Ministério da Defesa da Venezuela.
Antes de assumir o controle do país oficialmente, Rodríguez acusou os
EUA de buscar uma “mudança de regime” na Venezuela, com o objetivo de se
apoderar dos “recursos energéticos, minerais e naturais” venezuelanos.
Mesmo com a afirmação de Donald Trump sobre a vice-presidente da
Venezuela estar trabalhando com Washington após a queda de Maduro, Delcy afirmou que o país nunca voltará a ser colônia de potências internacionais.
“Estamos prontos para defender a Venezuela e os nossos
recursos nacionais e energéticos”, afirmou a vice-presidente do país, e
atual comandante venezuelana, durante reunião no Conselho de Defesa do
país realizada no sábado (4/1).
Até o momento, o futuro da Venezuela ainda está cercado de mistérios.
Depois de Maduro ser enviado para o território norte-americano, onde
será julgado por crimes relacionados ao tráfico de drogas, Trump
afirmou que os EUA vão governar o país durante um período de transição.
Maiores detalhes, porém, ainda não foram divulgados por Washington.
Confira os registros da equipe Atlético do Rela, campeã do Campeonato
Municipal de Futsal 2025, após uma campanha marcada por garra, dedicação e
muito futebol dentro de quadra.
Parabéns aos atletas, comissão técnica e torcedores por essa conquista
que entra para a história do esporte em Japi!
A grande final entre Atlético do Rela e Japi FC foi marcada por muita
emoção, raça e um jogo disputado até o último minuto. Com o placar de 3x2, o
Atlético do Rela conquistou o título e sagrou-se campeão do Campeonato
Municipal de Futsal 2025.
Parabéns ao Atlético do Rela pela conquista, ao Japi FC pela belíssima
campanha e a todos os atletas envolvidos por proporcionarem um grande
espetáculo para o esporte de Japi.
Bayern de Japi e Juventus fizeram um grande jogo na disputa do terceiro
lugar do Campeonato Municipal de Futsal 2025, e o Bayern levou a melhor,
garantindo a 3ª colocação com muita garra e determinação.
A partida foi marcada por emoção, espírito esportivo e entrega dos
atletas do início ao fim, valorizando ainda mais o futsal de Japi.
Parabéns ao Bayern de Japi pela conquista e às duas equipes pelo belo
espetáculo!