Início

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Quanto custa a caneta usada por Lula para assinar o termo de posse

O presente teria sido dado para assinar o possível termo de posse da eleição de 1989, o que não aconteceu. 
 
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Durante a cerimônia no domingo 1º de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quebrou o protocolo de assinatura do termo de posse e contou a história de como ganhou a caneta que usaria para assinar o documento.

Segundo Lula, um homem entregou a ele a caneta depois de um comício no Piauí, em 1989, enquanto caminhava até a Igreja de São Benedito. O presente teria sido dado para assinar o possível termo de posse da eleição daquele ano, o que não aconteceu.

Lula contou que, em 2002, utilizou a caneta do então senador Ramez Tebet, pai da ex-candidata à Presidência e ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB). Já em 2006, o petista teria usado uma caneta ofertada por Wellington Dias (PT-PI).

Agora, no terceiro mandato, o presidente quis se redimir com o homem que o presenteou há mais de três décadas, além de homenagear o Estado do Piauí.

Entretanto, a história visivelmente ensaiada para citar os nomes de Ramez Tebet e Wellington Dias tem um importante furo de roteiro. O modelo Writers, da Montblanc, da série especial em homenagem a F. Scott Fitzgerald, autor de O Grande Gatsby, foi lançada em 2002. Portanto, 13 anos depois do suposto presente recebido.

Fique por dentro!

Para ficar por dentro de tudo, siga as redes sociais do JAPI 24 HORAS em: Instagram Facebook Twitter TikTok Youtube

Nenhum comentário:

Postar um comentário