
Foto: Reprodução
Tiago
Leifert passou a ser muito criticado na internet após comentar sobre a
morte da jovem Gabriela Anelli, que foi vítima de uma briga entre as
torcidas de Palmeiras e Flamengo. Após uma live do canal 3 na Área, o
nome do jornalista foi parar entre os assuntos mais comentados do
Twitter. Em meio à repercussão, ele pediu desculpas nas redes sociais.
“Eu fiquei
surpreso porque tem que parar o campeonato? Tem que parar o campeonato,
uma pessoa morreu, tinha que parar o campeonato, mas não vai parar. Eu
fui procurar notícia, mas não vi em lugar nenhum. E eu fui me perguntar
porque essa notícia não estava em lugar nenhum? Foi muito difícil de
investigar para tentar entender o porquê, mas eu descobri”, iniciou o
jornalista.
Tiago
Leifert contou, então, que procurou o Instagram da jovem, que tinha
menções à Mancha Verde, torcida organizada do Palmeiras, e foi às redes
do grupo. Lá, ele contou que muitas pessoas colocaram a culpa na torcida
do Flamengo pela morte de Gabriela. E foi, neste momento, que o
jornalista causou polêmica.
“Segundo a
Polícia Militar, dois torcedores do Flamengo estavam passando na rua
principal do Palestra Itália, na frente da bilheteria A, com a camisa do
Flamengo, e a torcida do Palmeiras foi para cima deles, começou um
confronto e voou vidro, estilhaços de vidro e pegou nela. Ela é da
Mancha Verde, ela não estava na bilheteria entrando no estádio, ela
estava do lado de for do estádio, junto com os torcedores que ficam do
lado de fora do estádio”, declarou.
O
jornalista, então, comentou sobre a torcida do Palmeiras. “Tem gente que
entra no estádio, uma boa parte da organizada que fica na rua para
bater nas pessoas que passam. Se passar uma pessoa de vermelho, em um
jogo do Flamengo, eles vão perguntar porque. Ela não merecia ter
morrido, mas ela corria um risco estando ali porque é da torcida
organizada”, explicou.
Na
sequência, Leifert declarou que a organizada deveria ser fechada. “Como
que a gente vai resolver isso? Fechando a organizada, tem que fechar. A
Mancha Verde tem um escritório na frente do estádio. Se eu me lembro,
eles foram banidos e tiveram que mudar o nome para Mancha Alviverde para
continuar existindo. Ela fazia parte dessa torcida. Dizem, também, isso
eu não consegui apurar, que ela tinha um relacionamento com um diretor
de alguma organizada, como vai resolver isso tudo? Fechando a
organizada”, declarou.
Por fim, o
jornalista estendeu as críticas a jogadores de futebol e treinadores.
“Tinha que parar o futebol, uma menina de 23 anos morreu. ‘Ah, mas ela
era de organizada?’ Cara, ela era uma menina, ela morreu. Não vai
acontecer nada. Eu fico mais surpreso ainda com a hipocrisia
generalizada na imprensa e dos jogadores e dos treinadores”, encerrou.
Metrópoles
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