Sem Gabigol e Zico, Flamengo busca autor inédito de gol para a final da Libertadores, contra o Palmeiras, neste sábado (29/11)

Sem dois de seus maiores nomes à disposição, o Flamengo chega à final da Libertadores precisando encontrar um novo herói capaz de decidir o título e conduzir o time à glória eterna. Em toda a trajetória rubro-negra na competição, apenas dois jogadores marcaram gols em decisões pelo Flamengo: Zico e Gabigol.
O maior ídolo da história do Flamengo foi também o homem decisivo da conquista que abriu as portas da América para o clube. No título de 1981, Zico marcou dois gols na final contra o Cobreloa, na partida de desempate disputada em Montevidéu.
Com a camisa 10 nas costas e a precisão característica, o Galinho comandou o 2 x 0 que eternizou aquela geração e colocou o Flamengo no mapa do continente.
Era Gabigol
Quase quatro décadas depois, outro camisa 9 surgiria para recolocar o Flamengo no topo da América. Gabigol entrou definitivamente para o panteão Rubro-Negro ao ser decisivo nas conquistas de 2019 e 2022.
Na histórica virada contra o River Plate, em Lima, o atacante marcou dois gols em três minutos, mudando o destino da final e garantindo o segundo título da competição.
Em 2022, diante do Athletico-PR, voltou a ser decisivo: marcou o gol do título na vitória por 1 x 0, em Guayaquil. Com três gols em finais, maior artilheiro do Flamengo nesta fase da competição, Gabigol assumiu um protagonismo raro.
Agora, sem esses nome, o time carioca irá em busca de um novo herói neste sábado (29/11), às 18h, em Lima, Peru.
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