Flamengo e Independiente Medellín tiveram o jogo cancelado nessa quinta (7/5), no Estádio Atanasio Girardot, na Colômbia, na Libertadores

Flamengo e Independiente Medellín tiveram o jogo cancelado nessa quinta-feira (7/5), no Estádio Atanasio Girardot, na Colômbia, pela fase de grupos da Libertadores, devido a protestos da torcida local. Nesta sexta-feira (8/5) em entrevista coletiva, o diretor de futebol do time, José Boto, relatou que não há atualizações, mas que a situação está sendo analisada.
“Não há atualização nenhuma. Agora, eles abriram o expediente, que vai ser analisado pela parte jurídica da Conmebol. Na minha opinião, não tem outra solução, se não nos der os três pontos“, disse o dirigente.
Boto ainda comentou que a se sentiu ameaçado com a situação e que não haviam condições de segurança para que houvesse a continuidade da partida.
“Eles não tinham nada contra o Flamengo, mas a gente estava no meio. Eles começaram a arremessar os sinalizadores, pedras, ferros, aquilo entrou tudo. Não havia nenhuma condição de segurança. Não sabíamos se alguém tinha uma arma, uma faca, uma coisa qualquer e sentimos um pouco ameaçado”, relatou o português.
Caso a vitória seja dada ao Rubro-Negro, a equipe chegaria aos 10 pontos e estaria classificado para as oitavas de final da Libertadores. Mesmo diante dessa possível classificação, José Boto disse que a intenção de seu time era de jogar a partida.
“Nunca foi nossa intenção, nunca dissemos a ninguém que não queríamos jogar. Nos queríamos jogar com segurança. O presidente do clube (Independiente Medellín) queria evacuar o estádio e depois começar a jogar. Eu disse a ele: quando as pessoas verem na televisão que está jogando, vai ser pior, vão voltar todos mais raivosas e revoltadas”, finalizou o dirigente.
Próximo jogo
O Flamengo volta a campo neste domingo (10/5), contra o Grêmio, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.
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